domingo, 24 de maio de 2015
IMPERADORES ROMANOS - Ensino médio
1º passo:Clique no link abaixo,
2 passo: Clique sobre o nome de cada imperador e tenha um resumo de sua bibliografia.
http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/RolImpRo.html
Agnaldo Mota
quarta-feira, 20 de maio de 2015
MATERIAL COMPLEMENTAR - AVALIAÇÃO PARCIAL II UNIDADE - ENSINO MÉDIO 1º ANO
Vídeo-aulas – assistir na sequência abaixo:
Texto complementar
Att
Agnaldo
sábado, 9 de maio de 2015
MATERIAL COMPLEMENTAR AVALIAÇÃO FINAL 9º ANO
Textos complementares - Clicar nos links em azul
PRIMEIRA GUERRA : http://www.sohistoria.com.br/ef2/primeiraguerra/
(obs. Usar os navegadores no final da primeira página (anterior
e seguinte) neste texto.
Vídeo
Agnaldo Mota
domingo, 22 de março de 2015
MATERIAL COMPLEMENTAR 9º ANO
Imperialismo, link para vídeo aula - https://www.youtube.com/watch?v=wiAWJmBHG6A, ou clique na barra de vídeo ao lado da postagem.
Texto complementar:
Imperialismo
Prática
utilizada pelas nações e povos mais poderosos para ampliar e manter o controle
ou influência sobre nações ou povos mais fracos. No mundo antigo o imperialismo deu
origem a grandes impérios que surgiam quando um povo tentava dominar os demais,
criando um sistema de controle centralizado.
O
imperialismo europeu da Era Moderna é caracterizado pela expansão colonialista
sobre territórios de ultramar. Os sistemas imperialistas foram estruturados,
segundo a doutrina domercantilismo:
cada metrópole buscava controlar o comércio de suas colônias para monopolizar
os benefícios conseguidos.
Em meados do
século XIX, surgiu uma outra variante, o imperialismo de livre câmbio. No
entanto, esta modalidade logo desapareceria: antes do final do século XIX, as
potências européias haviam voltado a praticar a anexação territorial,
expandindo-se pela África, pela Ásia e pelo Pacífico.
A partir do
fim da II Guerra Mundial, e da dissolução da maior parte dos impérios, passou a
prevalecer o que pode ser qualificado como imperialismo econômico moderno: por
exemplo, o que é exercido pelos Estados Unidos sobre determinadas nações do
Terceiro Mundo. Do mesmo modo, as potências européias continuam a interferir na
vida política e econômica de suas antigas colônias.
Os movimentos
imperialistas da Idade Moderna e da Idade Contemporânea não devem ser
confundidos. Apesar de ambos objetivarem o enriquecimento de nações poderosas
através da exploração de países fracos, apresentam muitas diferenças, como se
observa no quadro seguinte.
ANTIGO SISTEMA COLONIAL
|
IMPERIALISMO CONTEMPORÂNEO
|
|
Época
|
séculos XV-XVIII
|
séculos XIX-XX
|
Contexto
|
capitalismo comercial
|
capitalismo industrial
|
Forma
|
domínio político
|
domínio político (formal) domínio econômico (informal)
|
Região
|
América
|
Ásia e África (formal) América (informal)
|
Objetivos
|
metais preciosos produtos tropicais
|
mercado consumidor matérias-primas básicas campo de investimento
|
A Inglaterra
era a maior potência colonial: em 1909, dominava 20% da superfície e 23% da
população mundial. Contudo todos os países industrializados tentaram obter
áreas coloniais que garantissem a continuidade de seu desenvolvimento
econômico e de seu poderio e prestígio político. Às vésperas da Primeira
Guerra, em 1914, o imperialismo formal, direto, estendia-se a 90% da África e
56% da Ásia; no conjunto, 60% da superfície mundial estavam sob imperialismo
formal, e 11% sob o informal.
O
imperialismo formal — a ocupação direta, territorial — foi exercido sobretudo
na Ásia e África, regiões muito populosas (com mercados consumidores
potencialmente grandes) e de vastos recursos naturais (com as matérias-primas
necessárias às indústrias).
Aproveitando-se
dos desentendimentos internos daquelas regiões, as potências industrializadas,
pretextando levar para lá a superior civilização ocidental — deslavadamente
chamada de "o fardo do homem branco" — dividiram as áreas entre si,
não sem atritos.
Na África, a
França ficou principalmente com a parte Norte e Noroeste (Tunísia, Argélia,
Marrocos, Mauritânia, Mali, Niger, Costa do Marfim); a Inglaterra, com o
Nordeste (Egito e Sudão), o Sudeste (Quênia, Tanzânia, Zâmbia, Rodésia, Botswana,
África do Sul) e a costa atlântica (Nigéria); a Bélgica, com o centro (Congo,
atual Zaire); a Itália e a Alemanha, com porções menores e dispersas. O
episódio mais conhecido do imperialismo ocidental na África foi a Guerra dos
Bôeres (1899-1902): a descoberta de diamantes no Sul do continente atraiu os
britânicos, que encontraram forte resistência dos bôeres; essa população de
origem holandesa, estabelecida ali há mais tempo, foi vencida e teve de acatar
a soberania inglesa, que se consolidava na região.
Na Ásia, a
Inglaterra ficou com a índia; a França, com o Sudeste; e os demais países, com
áreas menores. A China, extremamente atraente por sua imensa população,
conheceu a penetração de vários imperialismos, com cada potência reser-vando-se
uma parte de seu território. Tentando introduzir no país o ópio produzido na
índia, a Inglaterra encontrou forte resistência (Guerra do Ópio —
1839-1842), porém acabou recebendo Hong-Kong e forçando os chineses a abrirem
cinco portos ao comércio internacional.
Em 1900, na
Revolta dos Boxers, os nacionalistas chineses procuraram inutilmente expulsar
todos os estrangeiros do país, cuja situação se agravava. Essas reações,
criando um clima antiocidental e anticapitalista, prepararam o terreno para a
revolução socialista do século XX.
A América
Latina, devido ao peso de seu passado colonial, não conseguiu alterar suas estruturas
após a independência política. Aliás, a própria independência só foi possível,
em parte, graças ao apoio da Inglaterra.
Caso típico
de imperialismo informal é o Brasil: mais de 50% de suas importações vinham da
Inglaterra; os investimentos estrangeiros eram maciços (os da Inglaterra
superavam os de todos os outros países juntos); abriam-se mais empresas de
capital europeu que nacional; a retração do tráfico negreiro e a posterior
abolição da escravatura deveram-se às pressões inglesas, refletindo seu interesse
em ampliar o mercado consumidor; crescia o endividamento do governo com grupos
capitalistas estrangeiros. Portanto, se juridicamente a situação do Brasil era
de país livre desde 1822, na prática ele mantinha sua dependência, só que agora
econômica (não mais política) e em relação à Inglaterra (não mais a Portugal).
Conclusão
Razões
diversas podem ser apontadas para explicar o imperialismo. Embora os interesses
econômicos sejam os fatores de maior influência, alguns autores dão ênfase aos
condicionamentos políticos, ao desejo de poder, de prestígio e de vantagens
diplomáticas em relação a outros Estados. Outra hipótese defende os motivos
ideológicos e morais: alguns países seriam levados a estender sua influência
para difundir valores políticos, culturais ou religiosos. E, por fim, há
teorias fundamentadas nas circunstâncias políticas das nações menos
desenvolvidas.
Por: Alessandra
Martin de Souza
Fonte: http://www.coladaweb.com/historia/imperialismo
sábado, 28 de fevereiro de 2015
MATERIAL DE APOIO ENSINO MÉDIO 1º ANO - PARA AVALIAÇÃO DIA 03.03.2015
Links para vídeos aulas:
http://www.youtube.com/watch?v=J1crocg4UkE
http://www.youtube.com/watch?v=mLBUQ6njoTc
Slides: Pesquisem no GOOGLE: Grécia Antiga ppt, e façam o download. (observar se seu antivírus está ativado).
Texto de apoio
http://www.sohistoria.com.br/ef2/grecia/p2.php (utilizar os ícones de navegação logo abaixo da página do texto. ANTERIOR e PRÓXIMA)
Agnaldo.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Atividade 9º Ano
Segunda Revolução Industrial
A evolução nos equipamentos
produtivos foi indispensável durante a Segunda Revolução Industrial.Com o
desenvolvimento efetivo da atividade industrial em diversas partes do mundo, os
donos dos meios de produção e capitais começaram a direcionar recursos
financeiros para o desvendamento e criação de novas tecnologias como
procedimentos produtivos, máquinas, equipamentos entre outros, todos com
intuito de dinamizar e acelerar a produtividade e automaticamente os
percentuais de lucros.
Desse modo, grande parte dos
avanços tecnológicos foi derivada de pesquisas científicas que são realizadas
para o aperfeiçoamento industrial. Esse processo é contínuo, pois
constantemente busca novos materiais, novas tecnologias e métodos de produção
com o objetivo de ampliar as margens de lucros.
O período que mais marcou os
avanços tecnológicos foi entre o final do século XIX até meados do século XX, quando
o mundo vivenciou uma série de avanços na tecnologia, medicina entre outros. Os
fatos de maior destaque, assim com na Primeira Revolução Industrial, foi em
relação a inventos e descobertas, dessa vez o que impulsionou foi, sem dúvida,
o petróleo, o motor a combustão, utilização do aço e o uso da força das águas
na geração de energia elétrica, com a criação das usinas hidrelétricas.
O conjunto de novidades
tecnológicas favoreceu uma flexibilização produtiva na atividade industrial,
posicionando países que lideram o processo de industrialização como algumas
nações europeias, além dos Estados Unidos e Japão que ingressaram na Segunda
Revolução Industrial.
A Segunda Revolução Industrial
focalizou a produção no seguimento de indústrias de grande porte (siderúrgicas,
metalúrgicas, petroquímicas, automobilísticas, transporte ferroviário e naval).
Essa etapa da indústria mundial produziu profundas modificações no contexto do
espaço geográfico no qual essa revolução foi desenvolvida.
As revoluções industriais são
processos que estão ligados diretamente aos avanços tecnológicos que determinam
o sucesso de cada uma delas.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com
Consequências da Revolução Industrial
Por Felipe Araújo
Após a Revolução Industrial ocorreu um aumento extraordinário da
produção. Isso aconteceu da seguinte forma: o que era feito artesanalmente,
notavelmente os bens de consumo, começou a chegar à economia a partir da
maquinofatura, o que levou bens industrializados à população, em escala muito
maior. Assim, os populares deslocaram-se aos centros urbanos em busca de
trabalho nas fábricas. Desta forma, milhares de trabalhadores começaram a
praticamente viver dentro das fábricas, que naquela época apresentavam jornadas
de trabalho que variavam entre 14 e 16 horas por dia. Esses operários vendiam
sua força de trabalho em troca da remuneração.
revolucao industrialCom isso, a
economia começou a crescer de forma rápida, sendo que em momentos anteriores à
Revolução Industrial a renda per capta aumentava com a demora de séculos. Sendo
assim, a população começou a crescer de uma forma nunca vista antes. Apenas como
exemplo, no período entre os anos de 1500 e 1780, apenas na Inglaterra, houve
um aumento populacional de cerca de 3 milhões de habitantes para 8 milhões. Em
1880, este índice já estava em mais de 30 milhões. Isso ocorreu devido à queda
drástica da mortalidade infantil.
Em outro aspecto, a forma de vida
em sociedade e o cotidiano da população foram mudados completamente. Com a
Revolução Industrial, os artesãos e, em geral, as pessoas que viviam no campo,
passaram a viver nas cidades e se tornaram ferramentas fundamentais para a
industrialização. Além disso, as urbes simbolizavam progresso e tornaram-se
enormes e de grande importância àquela época.
Em 1850, na Inglaterra, as
pessoas mais pobres viviam como podiam. Aglomeravam-se à margem, em subúrbios,
moradias antigas e sem o menor conforto, além de enfrentarem a insalubridade. A
diferença entre a vida na urbe e a vida no campo era basicamente, que as
choupanas saíam de cena, dando a vez aos ratos, esgoto, ruas esburacadas e
falta de água encanada. Em meio à miséria da população mais pobre, via-se,
paradoxalmente, o surgimento de modas, inovações nos bens de consumo e a
formação de uma elite industrial.
De acordo com alguns estudos, com
a Revolução Industrial e os novos produtos e máquinas surgindo a todo minuto, a
média de altura dos homens da região norte da Europa ficou 7,6 centímetros
abaixo da dos homens da Alta Idade Média. Ao longo do tempo, o índice de
variação na altura do homem é um dos indicativos do bem estar social.
Percebe-se, à época da Revolução Industrial, que apesar da melhora nos
processos de produção, ocorreu, também, uma desvalorização do ser humano.
Fontes:
http://www.infoescola.com/
OLIVEIRA, Robson. A História das
Revoluções - Dez maiores revoluções do mundo e os grandes pensadores. Discovery
Publicações, São Paulo, p. 57-58. 2013.
http://www.saber-digital.net/artigo/a-revolucao-industrial-e-suas-consequencias
http://tvescola.mec.gov.br/images/stories/download_aulas_pdf/fichas_ok/ensino_fundamental/consequencias_da_revolucao_industrial.pdf
Material de Apoio do Ensino Médio (1º Ano)
Alunos do Ensino médio 1º Ano A B e C Egressos (Vindo de outras instituições de
Ensino)
Vídeos complementares dos assuntos de Idade Antiga: Mersopotâmia, Egito, Persas e Hebreus. Acessar os links abaixo:
domingo, 23 de fevereiro de 2014
FENICIOS PERSAS E HEBREUS - 1 ANO MÉDIO
Fenícios
As condições geográficas
Os Fenícios viverem em uma
estreita faixa de terra, representada hoje pela República do Líbano,
estendia-se por aproximadamente 200 quilômetros, comprimida do lado leste pelos
contrafortes das montanhas do Líbano e a oeste pelo mar Mediterrâneo.
Salvo o fundo dos vales, onde os
fenícios podim aprovpela agricultura, tudo o mais são planícies secas, nas
quais os pastores apascentavam o gado, ou encostas de montanhas onde crescia em
abundância o cedro, madeira ideal para a navegação.
As cidades-Estado da Fenícia
Os fenícios jamais chegaram a
fundar um reino unificado sob as ordens de um só mandatário, como aconteceu com
os outros povos. A rivalidade entre as cidades- Estado levou-as, no máximo, a
constituir uma confederação. A cidade de Biblos alcançou prestígio por volta de
2500 a.C., espraiando seu comércio e poderio por uma grande área do
Mediterrâneo. Sidon teve o seu período por volta de 1400 a.C., mantendo durante
séculos sua supremacia sobre todo o comércio realizado no mar. Finalmente,
coube a Tiro alcançar a hegemonia marítima, tendo acesso às rotas mais
longínquas.
Mais tarde, os fenícios entraram
em decadência, caindo sob o domínio dos assírios, babilônios e, finalmente, dos
persas. A colônia fenícia de Cartago, no norte da África, subsistiu até o
século II a.C., quando foi destruída pelos romanos no final das Guerras
Púnicas.
As atividades econômicas e a sociedade fenícia
Provavelmente, os fenícios eram
semitas provenientes da Caldéia. A Natureza deu a esse povo uma opção: ou
restringir-se aos minguados recursos da agricultura, ou lançar-se ao mar, em
busca do sustento que as terras não proporcionavam. A proximidade do Egito, com
sua grande produção de cereais, a abundância de madeira de cedro e um litoral
extenso fizeram dos fenícios hábeis navegadores.
Os fenícios desenvolveram
extraordinariamente o artesanato comercial, produzindo em série objetos
facilmente negociáveis no mundo antigo, tais como armas, vasos, adornos de
bronze e cobre, tecidos e até mesmo objetos de vidro, que alcançavam ótimos
preços. Conheciam todas as rotas de navegação do Mediterrâneo e, transpondo o
Estreito de Gibraltar, alcançaram as Ilhas Britânicas. Chegaram mesmo a fazer
uma viagem de circunavegação da África, a soldo de um faraó egípcio.
O comércio de escravos propiciava
grandes lucros; muitos, porém, eram trazidos para a Fenícia a fim de trabalhar
nas oficinas de artesanato. Os fenícios descobriram onde e como obter materiais
raros para a época, como o cobre e o estanho. Dado o aumento de sua densidade
populacional, os fenícios fundaram colônias na orla do Mediterrâneo, as quais
funcionavam como entrepostos de comércio e abastecimento. As mais conhecidas
colônias fenícias foram as cidades de Cartago, no Norte da África, e Cádiz, na
Espanha.
Os fenícios detiveram a hegemonia
comercial do Mediterrâneo (talassocracia) e foram sérios concorrentes dos
gregos, etruscos e romanos.
A grande massa da população
fenícia era constituída de marinheiros e artesãos pobres, os quais trabalhavam
em função de uma classe rica que vivia do comércio marítimo. Essa classe de
mercadores definha não só o poder político das cidades-estado, mas também a
riqueza e o controle das atividades comerciais. Os escravos e mercenários eram
facilmente conseguidos nas viagens pelo Mediterrâneo; enquanto os primeiros
trabalhavam como remadores ou artesãos, os segundos protegiam as naus e as
muralhas das grandes cidades-portos.
A religião dos fenícios
Na Fenícia, como na Mesopotâmia,
o politeísmo adquiriu feições sanguinolentas. Os sacrifícios humanos eram
comuns. Cada cidade possuía um Baal (deus) protetor: Melcart, em Tiro; Adonis,
em Biblos; e Eshum, em Sidon. Cartago tinha como protetor Moloc. Os fenícios possuíam
ainda divindades menores protetoras do comércio, das rotas, dos navios.
O alfabeto
Os fenícios desenvolveram o
alfabeto em função de suas atividades comerciais.
Além das técnicas de navegação e
dos conhecimentos geográficos, provenientes da exploração das rotas marítimas,
os fenícios trouxeram um fator de inegável valor para o progresso da
humanidade. A partir dos ideogramas egípcios, desenvolveram alfabeto fonético
de 22 letras que mais tarde foi adaptado pelos gregos e romanos. Provavelmente
fizeram isso buscando simplificar as operações comerciais, uma vez que não
deixaram no campo literário, ou em qualquer outra atividade artística.
Fonte: coladaweb.com
Outros Links
Links: Império Persa e Hebreus
sábado, 15 de fevereiro de 2014
ATIVIDADE ENSINO MÉDIO - Análise de Vídeo
“A Núbia, no tempo dos faraós, era conhecida por País de Cuxe. Foi conquistada pelo faraó Zer, da primeira dinastia. O reino de Cuxe tinha então como capital Carm. Na Núbia foram edificados muitos templos por ordem dos faraós, dos quais se destaca o de Abu Simbel, erigido por Ramsés II. Nos últimos tempos da história faraônica, os reis do Norte foram também reis do Egito. Nesta altura, acapital do Egito era Napata.” –
(Infopédia).
Análise de vídeo – Abordagens
Data de entrega: primeira aula após o recesso de carnaval
Acessar através da BARRA DE VÍDEOS
- Observar a localização geográfica e a
época da pesquisa/análise
- O Rio Nilo
- Relacionar a importância do Reino da
Núbia com o Egito Antigo.
- O gado bovino.
- De dominados a dominadores – história dos
Faraós Negros e suas conquistas.
- Decadência dos Cuxitas e a força do
Meio Ambiente.
- Analisar a permanência da cultura
Cuxita(Núbia) no tocante aos seus descendentes
Boa sorte e bom trabalho.
ENSINO MÉDIO - EGITO ANTIGO
1. A evolução
política do Egito Antigo
Período
pró-dinástico: a formação do Egito
O trabalho coletivo deixou de ser uma
necessidade no Egito Antigo, uma vez que cada família passou a ser proprietária
das terras que cultivava. A desagregação das comunidades primitivas ocorreu na
medida em que a agricultura se desenvolveu e os utensílios de cobre foram
substituindo os de osso e pedra até então utilizados. A perda das propriedades
por muitas famílias fez com que aumentasse o número de camponeses dominados
pelos senhores poderosos. Surgiram, assim, pequenas unidades politicamente
independentes, denominadas nomos, cada uma delas governada por um nomarca.
Todos esses acontecimentos ocorreram
antes que surgisse o primeiro faraó — chefe supremo. Por isso, tal fase é
conhecida como período pré-dinástico. Os nomos não demoraram a entrar em choque
uns com os outros. Os nomos menores desapareceram, anexados pelos mais fortes.
O represamento das águas obrigou muitas famílias a abandonar suas terras e ir
trabalhar em nomos vizinhos.
As lutas levaram à constituição de
dois remos, um ao sul e outro ao norte, conhecidos como Alto e Baixo Egito. O
reino do sul tinha como símbolo uma coroa branca e o reino do norte era
simbolizado por uma coroa vermelha.
Por volta de 3200 a.C., um rei do
sul, Menés, venceu o norte e unificou o Egito, colocando em sua cabeça as
coroas branca e vermelha. A capital do reino passou a ser Tínis e Menés
tomou-se o primeiro faraó.
O Antigo Império
(3200 a 2200 a.C.)
Os sucessores de Menés permaneceram
no poder por mais de um milênio e durante todo esse período o Egito antigo
viveu um isolamento quase completo. O faraó detinha o poder supremo, sendo
considerado uma encarnação do próprio deus Rá (o Sol). Sua presença era
imprescindível até para as enchentes do Nilo, nas épocas certas do ano.
Durante essa fase da história
egípcia, a camada sacerdotal adquiriu grande influência e riqueza. Foram
construídas as três grandes pirâmides de Gizé, atribuídas aos faraós Quéops,
Quéfrem e Miquerinos. Na nova capital, Mênfis, havia grandes estoques de grãos
arrecadados ao povo e rigorosamente vigiados pelos escribas.
Pirâmides de Quéops, Quéfrem e Miquerinos.
Uma nobreza privilegiada cooperava na
administração e na exploração dos camponeses, angariando grande poder. Esse
fortalecimento levou-a a tentar assumir o controle direto do Estado.
Seguiu-se um período de anarquia em
que praticamente cada nobre se julgava em condições de ocupar o trono
faraônico; o clero aproveitou-se para expandir seu poder político, apoiando ora
este, ora aquele pretendente ao título de faraó.
O Médio Império
(2000 a 1750 a.C.)
Nessa fase teve início uma nova
dinastia e outra capital: a cidade de Tebas. O Egito antigo expandiu-se em
direção ao sul, aperfeiçoou a rede de canais de irrigação e estabeleceu
colônias mineradoras no Sinai. A ambição dos nobres e do clero fez com que o cobre
fosse buscado fora da África, tomando o Egito conhecido de outras populações do
Oriente Médio.
Alguns povos procedentes da Ásia
Menor desencadearam uma série de ataques em direção ao vale do Nilo.
Finalmente, os hicsos, povo semita que já conhecia o cavalo e o ferro,
derrotaram as forças faraônicas do Sinai e ocuparam a região do delta do Egito,
onde se instalaram de 1750 a 1580 a.C. Foi durante essa dominação estrangeira
que os hebreus se estabeleceram no Egito.
O Novo Império
(1580 a 1085 a.C.)
O faraó Amósis I expulsou os hicsos,
dando início a uma fase militarista e expansionista da história egípcia. Sob o
reinado de Tutmés III, a Palestina e a Síria foram conquistadas, estendendo o
domínio do Egito até as nascentes rio Eufrates.
Portal de entrada do templo de Luxor, construído por Ramsés II, um dos maiores nomes do novo Império Egípcio.
Durante esse período de apogeu, o
faraó Amenófis IV empreendeu uma revolução religiosa e política. O soberano substituiu
o politeísmo tradicional, cujo deus principal era Amon-Ra, por Aton,
simbolizado pelo disco solar. Essa medida tinha por finalidade eliminar a
supremacia dos sacerdotes, que ameaçavam sobrepujar o poder real. O faraó
passou a denominar-se Akhnaton, atuando como supremo sacerdote do novo deus. A
revolução religiosa teve fim com o novo faraó Tutancaton, que restaurou o
politeísmo e mudou seu nome para Tutancamon.
Com a instauração da capital em
Tebas, os faraós da dinastia de Ramsés 11(1320-1232 a.C.) prosseguiram as
conquistas. O esplendor do período foi demonstrado pela construção de grandes
templos, como os de Luxor e Carnac.
As dificuldades do período começaram
a surgir com as constantes ameaças de invasão das fronteiras. No ano 663 a.C.,
os assírios invadiram o Egito.
O Renascimento
Saíta (663 a 525 a.C.)
O faraó Psamético I expulsou os
assírios e instalou a capital em Saís, no deita do rio Nilo. A recuperação do
período foi marcada pela ampliação do comércio, graças ao trabalho de alguns
soberanos.
As lutas pela posse do trono levaram
o Egito à ruína. Os camponeses se levantaram e a nobreza digladiava-se com o
poderoso clero. Novas invasões sobrevieram: os persas, em 525 a.C., na batalha
de Pelusa; o rei macedônio Alexandre Magno, em 332 a.C.; e os romanos, em 30
a.C., pondo fim ao Egito como Estado independente.
2. A organização
econômica do Egito Antigo
No decorrer de sua história, o Egito
transformou-se em uma imensa civilização presa ao comportamento do rio; a
população dedicava-se a lavrar o solo e a levar uma vida pacífica. Gozando de
uma proteção natural, proporcionada pelos acidentes geográficos — Mar Vermelho,
a leste; deserto da Líbia, a oeste; Mediterrâneo, ao norte; e o deserto da
Núbia, ao sul — o Egito pôde gozar de paz externa durante a maior parte da
Antigüidade.
O Egito antigo teve na agricultura a
maior concentração de trabalho, constituindo-se em uma das mais privilegiadas
civilizações do Oriente Médio, considerada o grande celeiro do mundo antigo. As
terras mostravam-se férteis e generosas, favorecidas pelo rio e pela
fertilização natural, beneficiadas pelos diques e canais de irrigação. Ao longo
do Nilo estendiam-se as plantações de trigo, cevada e linho cuidadas pelos
felás (camponeses egípcios), desenvolvendo-se rapidamente graças ao
aperfeiçoamento das técnicas de plantio e semeadura. A charrua, puxada pelos
bois, e o emprego de metais propiciaram grandes colheitas. Teoricamente, as
terras pertenciam ao faraó, porém a nobreza detinha grande parte delas. Enormes
armazéns guardavam as colheitas, que eram administradas pelo Estado. Uma parte
da produção chegava a ser exportada.
O comércio processava-se entre o Alto
e o Baixo Egito por meio de embarcações que subiam e desciam o rio abarrotadas
de cereais e produtos artesanais. A presença da tecelagem, da fiação e a
confecção de sandálias de folhas de papiro, bem como a ourivesaria, propiciaram
um desenvolvimento razoável do comércio interno, uma vez que poucas relações
eram tidas com o exterior.
O pastoreio completava os trabalhos
na terra. Rebanhos de gado bovino e ovino podiam ser vistos nos campos próximos
ao rio, cuidados por pastores.
De um modo geral, a economia egípcia
é enquadrada no modo de produção asiático, em que a propriedade geral das
terras pertencia ao Estado e as relações sociais de produção fundamentavam-se
no regime de servidão coletiva (não se pode, porém, falar em modo de produção
servil, aplicável somente ao sistema feudal).
As comunidades camponesas, presas à
terra que cultivavam, entregavam os resultados da produção ao Estado,
representado pela pessoa do rei. Este, às vezes, obrigava os camponeses a
trabalhar na construção de canais de irrigação e barragens, propiciando o
desenvolvimento da agricultura e o sustento precário dos aldeães.
3. A sociedade egípcia
Nessas “sociedades hidráulicas”, a
distinção social começou a se fazer notar quando a luta pela posse das áreas
cultiváveis levou a se defrontarem os camponeses, na posição de possuidores da
força de trabalho, e os proprietários das terras, que delas se apoderaram e as
mantinham invocando a proteção dos deuses e dos sacerdotes.
O topo da pirâmide social era ocupado
pela família do faraó; este, por se considerar um deus encarnado, possuía
prerrogativas únicas.
O estamento sacerdotal também ocupava
uma posição invejável, juntamente com a nobreza detentora das terras e do
trabalho dos camponeses. Com o crescimento do comércio e do artesanato, durante
o Médio Império, surgiu uma classe média empreendedora, a qual chegou a
conquistar uma certa posição social e alguma influência no governo.
Os burocratas passaram a ocupar um
lugar destacado na administração, principalmente no que tangia ao recolhimento
da produção dos camponeses. Havia toda uma hierarquia de escribas, cujo grau
variava de acordo com a confiança neles depositada pelo faraó e nobreza.
Os artesãos ocupavam uma posição
inferiorizada, junto aos camponeses. Estes eram fiscalizados por funcionários
especiais.
Apesar de o governo manter escolas
públicas, estas formavam, em sua maioria, escribas destinados a trabalhar na
administração do Estado Faraônico.
A imobilidade e a rígida hierarquização são marcas essenciais da sociedade egípcia antiga.
4. A vida religiosa
e o politeísmo no Egito Antigo
A religiosidade dos povos orientais
pode facilmente ser aquilatada por uma constatação atual, pois as cinco grandes
religiões de nossos dias tiveram suas origens no Oriente. Uma enorme variedade
de deuses, fórmulas religiosas e cultos são provenientes dessas regiões.
A existência dos deuses satisfazia à
ânsia do homem em ver atendidas suas aspirações e ao mesmo tempo afastava seus
temores íntimos. Protetores da água, da chuva, da colheita, das plantas, dos
pescadores, eram todos cultuados por formas que iam desde o incenso até ao
sacrifício de animais e homens, tudo com intenção de conseguir suas boas
graças. Os próprios governantes se revestiam de caracteres divinos a fim de
serem mais respeitados. Paralelamente à instituição religiosa, estruturaram- se
os sacerdotes, uma camada fechada que cresceu em praticamente todas as
civilizações antigas. O clero ocupava uma posição social e econômica
privilegiada, influenciando o governo e o povo.
No Egito antigo, como em quase toda a
Antigüidade, a religião assumia a forma politeísta, compreendendo uma enorme
variedade de deuses e divindades menores.
No Egito, muitos animais gozavam de
um culto todo especial, como era o caso do gato, do crocodilo, do íbis, do
escaravelho e do boi Apis; havia também divindades híbridas, com corpo humano e
cabeça de animal: Hator (a vaca), Anúbis (o chacal), Hórus (o falcão protetor
do faraó). Havia ainda deuses antropomórficos, como Osíris e sua esposa Isis.
O Mito de Osíris ilustra bem a
religiosidade dos egípcios, a ponto de terem se decidido a erigir túmulos e
templos em homenagem à morte e à vida futura.
O principal deus egípcio era Amon-Ra,
combinação de duas divindades, e que era representado pelo Sol; em torno dele
girava o poder sacerdotal. A preocupação com a vida futura era grande e os
cuidados com os mortos eram contínuos, bastando lembrar as cerimônias fúnebres,
nas quais se realizavam as oferendas de alimentos e de incenso.
Acreditava-se em um julgamento após a
morte, quando o deus Osíris iria colocar em uma balança o coração do indivíduo,
para julgar seus atos. Os justos e os bons teriam como recompensa a
reincorporação e depois iriam para uma espécie de Paraíso.
O trecho abaixo, extraído do Livro
dos Mortos dos egípcios, descreve o júbilo daquele que foi absolvido pelo
tribunal de Osíris:
“Salve, Osíris, meu
divino pai! Tal como tu, cuja vida é imperecível, os meus membros conhecerão a
vida eterna. Não apodrecerei. Não serei comido pelos vermes. Não perecerei. Não
serei pasto dos bichos. Viverei, viverei! As minhas entranhas não apodrecerão.
Os meus olhos não se fecharão, a minha vista permanecerá tal como hoje é. Os
meus ouvidos não deixarão de ouvir .
A minha cabeça não
se separará do meu pescoço. A minha língua não me será arrancada, Os meus
cabelos não me serão cortados. Não me serão raspadas as sobrancelhas. O meu
corpo conservar-se-á intacto, não se decomporá, não será destruído neste
mundo.”
A experiência
monoteísta
Por volta de 1360 a.C., o Egito
antigo viu nascer o primeiro culto monoteísta — o culto a Aton. Afirma-se que
foi a primeira religião monoteísta da História, sendo mesmo ante- flor à dos
hebreus. O politeísmo entravava o progresso egípcio, pois a camada sacerdotal
era muito grande e sua manutenção resultava onerosa para o Estado. Os
sacerdotes interferiam constantemente nos assuntos políticos e o próprio faraó,
muitas vezes, não passava de um joguete do clero. Aproveitando-se da
religiosidade do povo, os sacerdotes alcançaram uma extraordinária ascendência,
convertendo a civilização egípcia como que em sua propriedade particular.
O perigo do poder clerical foi sentido por Amenófis III que, para se livrar da influência do clero, mudou seu palácio para longe dos templos.
O perigo do poder clerical foi sentido por Amenófis III que, para se livrar da influência do clero, mudou seu palácio para longe dos templos.
Contra a tradição politeísta
levantou-se o faraó Amenófis IV, que instituiu uma nova religião, com o culto dedicado
a um deus único: Aton (o disco solar). Esperava com isso quebrar o poder da
camada sacerdotal. Organizou um novo clero e mudou sua capital para a cidade de
Aquetaton, “horizonte de Aton” (atual Tell ElAmarna). Trocou seu nome para
Akhnaton, “servidor de Aton”, e compôs um Hino ao Sol. Essa tentativa
monoteísta, porém, foi efêmera. Com a morte de Amenófis, as coisas voltaram ao
estágio anterior e o clero e a nobreza recuperaram sua influência.
Akhnaton realizando o culto ao sol.
5. A herança cultural do Egito Antigo
Muitos edifícios construídos no Egito
antigo chegaram até nós em bom estado de conservação. Pirâmides, hipogeus,
templos e palácios de dimensões gigantescas atestam a importância da
arquitetura egípcia.
Tendo-se voltado para a vida coletiva
e religiosa, as construções egípcias são marcadas pela grandiosidade dos
templos e dos túmulos. Os templos de Carnac e Luxor nos dão mostras de como a
arte e a religião estavam interligadas. A solidez, a grandiosidade e os
artifícios procurando exaltar o volume são as características mais salientes
dessas obras. Estátuas de deuses e faraós acompanham essas dimensões, com
decorações esculpidas e pintadas descrevendo episódios ligados às figuras
representadas.
A pintura egípcia prendeu-se
principalmente a temas da Natureza e da vida cotidiana, sendo muitas vezes
acompanhada de hieróglifos explicativos.
A invenção da escrita propiciou o
desenvolvimento da literatura. A escrita ideográfica, nascida no Egito, iria
evoluir para o alfabeto fonético com os fenícios. Utilizando três formas de
escrita (hieroglífica, hierática e demótica), os egípcios deixaram-nos obras
religiosas como o Livro dos Mortos e o Hino ao Sol, além da literatura popular
de contos e lendas.
A decifração da escrita egípcia foi
feita por Jean-François Champollion que, observando e comparando os diversos
tipos de escrita encontrados em um achado arqueológico, estabeleceu um método
de leitura graças ao grego arcaico que também se encontrava no texto. Surgiu assim
a ciência conhecida como Egiptologia, a qual vem constantemente evoluindo com
novas descobertas e restaurações.
As ciências exatas também tiveram
oportunidade de expansão, uma vez que as necessidades de ordem prática forçaram
o desenvolvimento da Astronomia e da Matemática. A Geometria desenvolveu-se
pela necessidade de se redemarcarem as terras quando as águas do Nilo voltavam
a seu leito. A Medicina, por sua vez, está de certa forma ligada à própria
prática da mumificação, o que a levou a um desenvolvimento razoável; por outro
lado, a farmacopéia egípcia notabilizou-se por sua variedade. Havia
instituições de sacerdotes-médicos e os papiros atestam o regular conhecimento
de doenças e a própria especialização da atividade médica.
A mumificação constituiu uma técnica
de grande importância na civilização do Egito antigo. Os métodos, até hoje
pouco conhecidos, produziram resultados notáveis, que se podem ver em museus de
diversas partes do mundo.
Fonte: Cola da Web
Assinar:
Postagens (Atom)